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Comportamento

Comportamento VOCÊ TEM SEDE DE QUE?

Da Insanidade Humana ADULTERADOS

Crise no Brasil

“Tem carne podre,

tem a mídia burra e irresponsável que diz que ácido ascórbico é cancerígeno,

tem papelão no frango,

tem mercúrio no peixe,

tem picanha vencida,

tem linguiça feita com carcaça de frango,

tem agrotóxico proibido nas verduras,

tem coliformes fecais na água,

tem soda cáustica no leite,

tem milho transgênico na cerveja,

tem óleo de soja no azeite “extra-virgem”,

tem cevada no café,

tem propinoduto,

tem mensalão,

tem rede 3G que não funciona,

tem o iPhone mais caro do mundo,

tem analfabeto legislando,

tem merenda escolar roubada,

tem água de poço engarrafada,

tem botijão a gás com menos volume do que informa,

tem medicamento genérico sem controle de qualidade,

tem airbag que não abre,

tem recall de automóveis mal feitos,

tem bomba de combustível fraudada,

tem gasolina adulterada,

tem máquina de cartão de crédito grampeada,

tem cartão de crédito clonado,

tem SMS do Ceará informando que você acaba de ganhar uma casa do Faustão naquele sorteio feito na penitenciária de Fortaleza,

tem uso de celular na cadeia,

tem médico que falta no emprego,

tem superfaturamento nas obras públicas,

tem papel colado na placa do carro para burlar o rodízio,

tem DVD pirata,

tem empregado processando patrão para extorquir dinheiro,

tem empregador que não respeita o funcionário,

tem saques em lojas na greve da polícia,

tem juiz que não respeita as regras de convivência comuns,

tem saque de carga de caminhões acidentados,

tem goleiro Bruno libertado, já empregado e dando autógrafos,

tem desrespeito à cancela do pedágio,

tem desrespeito às vagas de estacionamento,

tem quadrilhas trevestidas de partidos políticos,

tem o bandido que manda na polícia,

tem a suprema corte incompetente e corrupta,

tem aquele que atropela e foge,

tem o Estado que tenta atrapalhar a tua vida,

tem o Estado que te rouba,

tem o Estado que exige coisas que ele mesmo não cumpre,

tem a falta de profissionalismo,

tem o parasitismo,

tem a falta de seriedade e comprometimento,

tem a falta de planejamento,

tem falência ética da classe política,

tem falência ética de funcionários públicos,

tem falência ética do cidadão comum.

Este território, que insistem em chamar de país, é uma farsa.

Você ainda acha que o problema é a carne adulterada?

O problema é o CARÁTER sistemicamente adulterado.

Qual vai ser o próximo escândalo??

Ontem e Hoje

Seremos assim Amanhã?

“De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.”

Ruy Barbosa

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LIXO CULTURAL Internet o Filme #proibidoparamaioresde10Anos

Atendendo o pedido do Nic, meu filho de 10 anos, fui com ele e a Dinda Vicky ao cinema assistir Internet, o Filme.

Caso você não saiba, a TV convencional está morta para garotos dessa faixa etária, sua tela só tem função para jogar Xbox ou  acessar o you tube e seus inacreditáveis you tubers.

Funk e youtubers são o canto da sereia para milhares de crianças hoje.

Não ouso entender o porque da identificação,não possuo doutorado em mente humana, e esse é mais um dos incontáveis enigmas que desafiam o bom-senso e me assombram atualmente. Suponho que seja apenas porque é acessível,  o reflexo da nossa própria cultura rastaquera.

Mas, voltando ao filme.

A sacada é oportunista: juntar algumas  estrelas nacionais populares do YouTube como atores numa trama que se passa durante uma convenção de youtubers. As crianças curtem, claro, ver suas caras conhecidas contracenando juntas. E, vão consumindo sem discernimento algo que as subestima.

O mais constrangedor é que o filme foi escrito, produzido  e dirigido por adultos. Deprimente ver o lixo caça-níquel que embalam para a garotada, abusando de uma linguagem idiotizante. É  uma sequência de clichês e situações forçadas de dar vergonha,

, sem uma fagulha de humor esperto, sem nenhum personagem maneiro, com a pretensão de ainda ter um viés crítico!

Já sei o que você vai falar…Já viu alguns desses vídeos de milhões de seguidores? Então, o que tava esperando?

Pra mim foi um alerta incômodo.

Como mãe, me cabe mostrar outras possibilidades de interesse ao meu filho,  direcionar sua atenção para o que julgo positivo, ou pelo menos, distribuir seu tempo entre outros canais da existência.

Porque, aqui, ele vaga num território onde nem mais se percebe a afronta a sua inteligência.

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3 Questions to RAJSHREE PATEL

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V+A – Why is so difficult to live in the present?

RP: No one ever taught us how to live in the present. It’s not difficult, if you have some awareness of how mind works and a few simple tools to use everyday. If you don’t know how to brush your teeth, keeping mouth healthy is difficult. Once you learn it’s easy. Do it daily fir a few moments and there is dentsl hygiene. If you use the tools of breath and meditation a few Moments a day there is mental hygiene.

V+A – Which are the unsuspected enemies that tear us apart of our nature?

RP:2. Our lack of awareness of who we really are, at our core, creates the disharmony, separation and conflict. Everyone is born with joy. It’s not gone, just covered by passing events. We keep looking to feel whole outside. We forget that we were created whole, full and complete.

V+A – If is not easy to let it go some positions, how to be open to new perspectives?

RP:3. I ask you, …is it easier to hold in to the old position? If so!, hold it. The fact that one wants to let go and find a new perspective means the old is not working.

If you really look and see that holding on is hurting you. That anyway everything changes you will find you drop it. .. most important you have to really want to let go. We are afraid so we hold old stale peanuts. .. habits that don’t serve us. BE COURAGEOUS Trust your self and go out and do, DO something new. Decide and be done.

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ASTRAL DE FÉRIAS DE VERÃO

Num mundo perfeito, poderíamos coincidir nossas férias com as escolares das crianças. Início e duração. Feliz de quem consegue ajustar a agenda profissional de alguma forma, nem que seja uma semaninha,  para conciliar férias de verão com os filhos. São momentos com poder transformador que não se restringem a  boas memórias apenas,mas moldam caráter e marcam a vida da gente.

Quando me vejo em meio ao trânsito transtornado  dessa época na nossa praia, digo para meus filhos: como vocês são abençoados, moram todos os dias do ano no lugar em que gente do Brasil todo vem passar as férias.

E, é por causa dos animados veranistas, e todos aqueles que acabam realizando o sonho de ter um pedacinho do paraíso para chamar por aqui de seu, que temos uma cidade pequena com atrativos de capital. Com muito a aprender e energia de diferentes fontes para crescer.

Uma aberta micro-cosmópolis litorânea, cheia de vontades, humores&calores. Que se constrói a base de histórias que marcaram, marcam e marcarão gerações.

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CARTINHAS para o Espírito de Natal em Nós

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Muita gente já fez parte, mas muitos ainda desconhecem, por isso acredito que esse relato seja tão válido. Todos que se interessarem podem se preparar para o ano que vem. Não sei a quantos Natais  essa ação acontece, foi somente a poucos dias que pude ver como funciona através de um amigo do meu marido.

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Os correios recolhem de crianças que estudam em escolas dos bairros carentes das cidades, cartas  endereçadas ao Papai Noel e possíveis madrinhas&padrinhos natalinos.  São crianças com a família em dificuldades, em situações de tal necessidade que, talvez o único presente que ganharão no Natal seja o pedido na cartinha.

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São realidades extremamente opostas a dos nossos super-protegidos rebentos. É tocante ler um humilde pedido de material escolar como presente de Natal. E é inevitável a desconcertante comparação com o abastado cotidiano dos nossos filhos maiores de 10 anos, portadores de artigos de valores surreais como X-box, iPad, Iphone, patinete elétrico, no limiar de não ver mais graça em nada e até externar aquela apatia perigosa: de quem nunca sabe o que é querer algo de verdade porque tudo é dado fácil demais.

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FAÇA PARTE

Do início até o final de Novembro, as cartas chegam nos correios. Você escolhe quantas quiser. Com um número expressivo, pode vir o convite de participar da festa na escola com o Papai Noel, quando serão distribuídos os presentes.
Imagine poder levar seu filho para testemunhar a alegria espontânea  e gratidão de crianças que não possuem um par de tenis para ir  a aula?

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Mostrar, na prática,  que  coisas prosaicas vistas como meras obrigações paternais por eles são absolutamente extraordinárias nesse  contexto.
Que dar nos torna mais felizes que receber e que a verdadeira luz do Natal é a que brilha nos olhos das crianças que acreditam em seus sonhos.

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DA SÉRIE TEXTOS PONTUAIS PARA ACORDAR JÁ

Achei esse texto tão pertinente, tão atual, do tipo que merece ser compartilhado em todos os espaços. E fica um pedido de auto-análise a todos pais que aqui estão: desprezo doído é estar presente mas ausente.

OS FILHOS DO QUARTO

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“Antes perdíamos filhos nos rios, nos matos, nos mares, hoje temos perdido eles dentro do quarto!

Quando brincavam nos quintais ouvíamos suas vozes, escutávamos suas fantasias e ao ouvi-los, mesmo a distância, sabíamos o que se passava em suas mentes.

Quando entravam em casa não existia uma TV em cada quarto, nem dispositivos eletrônicos em suas mãos.

Hoje não escutamos suas vozes, não ouvimos seus pensamentos e fantasias, as crianças estão ali, dentro de seus quartos, e por isso pensamos estarem em segurança. Quanta imaturidade a nossa.

Agora ficam com seus fones de ouvido, trancados em seus mundos, construindo seus saberes sem que saibamos o que é…

Perdem literalmente a vida, ainda vivos em corpos, mas mortos em seus relacionamentos com seus pais, fechados num mundo global de tanta informação e estímulos, de modismos passageiros, que em nada contribuem para formação de crianças seguras e fortes para tomarem decisões moralmente corretas e de acordo com seus valores familiares.

Dentro de seus quartos perdemos os filhos pois não sabem nem mais quem são ou o que pensam suas famílias, já estão mortos de sua identidade familiar…

Se tornam uma mistura de tudo aquilo pelo qual eles tem sido influenciados e pais nem sempre já sabem o que seus filhos são.

Você hoje pode ler esse texto e amar, mandar para os amigos. Pode enxergar nele verdades e refletir. Tudo isso será excelente. Mas como Psicopedagoga tenho visto tantas famílias doentes com filhos mortos dentro do quarto, então faço você um convite e, por favor aceite!

Convido você a tirar seu filho do quarto, do tablet, do celular, do computador,  do fone de ouvido, convido você a comprar jogos de mesa, tabuleiros e ter filhos na sala, ao seu lado por no mínimo 2 dias estabelecidos na sua semana a noite (além do sábado e domingo).

E jogue, divirta-se com eles, escute as vozes, as falas, os pensamentos e tenha a grande oportunidades de tê-los vivos, “dando trabalho” e que eles aprendam a viver em família, se sintam pertencentes no lar para que não precisem se aventurar nessas brincadeiras malucas para se sentirem alguém ou terem um pouco de adrenalina que antes tinham com as brincadeiras no quintal!”

Cassiana Tardivo

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O FATOR X MOTIVAÇÃO

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O presidente  mundial da Renault, o brasileiro Carlos Ghosn, o homem que tirou a Nissan da falência e é considerado o Henry Ford do século 21 diz o seguinte:

” A ÚNICA COISA QUE FAZ A DIFERNÇA É A MOTIVAÇÃO. . Se você perder a motivação, aos poucos você perde tudo.”

O próprio pensamento de Henry Ford nos traz a tona a importância do caminho que escolhemos com foco em motivação e atitude quando disse:
“Se você pensa que pode ou pensa que não pode, de qualquer forma você estará certo”.

Uma empresa nunca quebra hoje. Quebra cinco anos antes. Não é falência financeira é falência motivacional. Os motivados enxergam oportunidades nas dificuldades… Os desmotivados enxergam dificuldades nas oportunidades! Os positivos fazem. Os negativos reclamam.
A escolha entre ser otimista ou pessimista é de cada ser humano e construirá toda uma estrada em que ele irá trilhar. 82% das maiores empresas do mundo vieram do “absolutamente nada”, vieram da garra de seus fundadores e do compromisso de suas equipes de trabalho que acreditam no seu talento.
A questão é: O que você está  fazendo com suas ideias? O que faz com seus pensamentos? Como anda o planejamento de sua vida e de seu trabalho?

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URBE VERDE IDÉIAS DE HOJE PARA O PREFEITO DE AMANHÃ

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Qual o grau de capacidade de planejar e realizar um futuro inteligente e consciente que já é presente em cidades do primeiro mundo dos nossos candidatos a cargos públicos?
Quem ousa sair do muro, com disposição e visão para modernizar as províncias  cosmopolitas que habitamos?  Quem tem peito para humanizar e embelezar o skyline da terrinha sem acordos que privilegiam bolsos em detrimento do todo?
Abandonar padrões pré-estabelecidos e construir novas formas de ver e viver nosso entorno. Pense, seu voto para quem se importa.

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REDE DE CONTEÚDO Hands Free Mama

Hoje, compartilhamos um texto da escritora americana Raquel Macy, do ótimo blog Hands Free Mama, (#ficaadica) sobre o descontrole das nossas frustrações materializados em gritos maternos. Vale a pena ler esse relato tão pessoal e perspicaz traduzido no site familia.com.br por Stael Predrosa Metzger. Obrigada, Helena Carvalho, nossa antena deste post!

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A QUESTÃO RELEVANTE SOBRE O GRITO

Eu amo os bilhetes que recebo de meus filhos – sejam eles apenas rabiscos em uma folha amarela ou escritos em caligrafia perfeita e papel alinhado. Mas o poema do Dia das Mães que recentemente recebi da minha filha de 9 anos de idade foi especialmente significativo. Na verdade, a primeira linha do poema prendeu minha respiração e lágrimas quentes deslizaram pelo meu rosto.

“A coisa mais importante que eu posso dizer sobre a minha mãe é… que ela está sempre pronta a me apoiar, mesmo quando eu estou em apuros.”

Mas nem sempre foi assim.

Em meio às distrações da minha vida, comecei uma nova prática muito diferente da forma como eu havia me comportado até aquele ponto. Eu me tornei uma mãe que gritava. Não era sempre, mas era intenso – como um balão extremamente inflado que fazia com que todos ao alcance da minha voz se sobressaltassem com medo.

Então, como minhas meninas, na época com 3 e 6 anos de idade, me fizeram começar com isso? Foi no modo como uma insistia em correr para buscar mais três colares de contas e os seus óculos de sol rosa favoritos quando já estávamos atrasados? Foi na maneira como a outra tentou servir-se sozinha de cereal e derramou a caixa inteira no balcão da cozinha? Foi quando uma delas caiu e quebrou o meu anjo de vidro especial no piso de madeira depois de ter sido avisada para não tocá-lo? Foi por que elas lutavam contra o sono quando eu precisava de um pouco mais de paz e tranquilidade? Ou foi quando brigavam por coisas ridículas como quem seria o primeiro a sair do carro ou quem tem o maior sorvete?

Sim, eram esses percalços normais, questões e atitudes típicas de crianças que me irritavam a ponto de perder o controle.

Isso não é algo fácil de escrever. E também não foi um momento fácil na minha vida para reviver, porque verdade seja dita, eu me odiava nesses momentos. O que acontecia comigo para que precisasse gritar com as duas pequenas e preciosas pessoas que eu amo mais do que a vida?

Deixe-me dizer-lhe o que tinha acontecido comigo.

  • Distrações

O uso excessivo do telefone, a sobrecarga de compromissos, várias páginas de listas de tarefas, e a busca da perfeição me consumiam. E gritar com as pessoas que eu amava era um resultado direto da perda de controle que eu estava sentindo na minha vida.

Inevitavelmente, acabaria por desmoronar em algum lugar. Então eu desmoronei a portas fechadas na companhia das pessoas que mais significam para mim.

Até um dia fatídico.

Minha filha mais velha subiu em um banquinho e foi atingida por algo que caiu na despensa e ela acidentalmente entornou um saco inteiro de arroz no chão. Com um milhão de minúsculos grãos no chão parecidos com a chuva, os olhos de minha filha se encheram de lágrimas. E foi aí que eu vi – o medo em seus olhos quando ela se preparou para o discurso de sua mãe.

Ela está com medo de mim, eu pensei, com a conscientização mais dolorosa que se possa imaginar. Minha filha de seis anos de idade está com medo da minha reação ao seu erro inocente.

Com profunda tristeza, percebi que eu não era o tipo de mãe que eu queria para meus filhos conviverem e nem era assim que eu queria viver o resto da minha vida.

Dentro de algumas semanas depois desse episódio, eu tive meu momento de colapso e ruptura – foi a conscientização dolorosa que me impulsionou à jornada do Hands Free. Chegara a hora de deixar ir a distração e entender o que realmente importava. Isso foi há dois anos e meio atrás – dois anos e meio de lenta batalha para diminuir a distração e excesso de eletrônicos na minha vida… Dois anos e meio para me livrar do padrão inatingível de perfeição e da pressão da sociedade para “fazer tudo”. Ao deixar de lado minhas distrações internas e externas, a raiva e o estresse reprimidos dentro de mim lentamente se dissiparam. Com nova clareza eu era capaz de reagir aos erros e às injustiças de minhas filhas de uma forma mais calma, compassiva e razoável.

Comecei a dizer coisas como: “É apenas xarope de chocolate. É só limpar e a bancada ficará tão boa como se fosse nova.”

(Mudei do suspiro exasperado e revirar de olhos para uma boa atitude).

Eu me ofereci para ajudar com a vassoura enquanto ela varria um mar de flocos de cereais que cobriam o chão.

(Em vez de pular em cima dela com um olhar de desaprovação e aborrecimento total).

Eu a ajudei a pensar por onde ela poderia ter deixado seus óculos.

(Em vez de envergonhá-la por ser tão irresponsável).

E nos momentos em que a total exaustão e o choramingar incessante estavam prestes a me derrubar, eu entrava no banheiro, fechava a porta, e dava a mim mesma um momento para esfriar a cabeça e me lembrar que elas são crianças e as crianças cometem erros. Assim como eu.

E ao longo do tempo, o medo que uma vez brilhou nos olhos de minhas filhas quando estavam com problemas desapareceu. E graças a Deus, eu me tornei um refúgio em seus momentos de dificuldade, em vez de o inimigo do qual queriam correr e se esconder.

Não estou certa de que eu teria pensado em escrever sobre esta profunda transformação, não fosse pelo incidente que aconteceu na tarde da última segunda-feira. Naquele momento, senti o gosto da vida sendo esmagada e a vontade de gritar estava na ponta da minha língua. Eu estava chegando aos capítulos finais do livro que estou escrevendo atualmente e meu computador travou. De repente, as edições de três capítulos inteiros desapareceram na frente dos meus olhos. Passei vários minutos tentando freneticamente reverter para a versão mais recente do manuscrito. Quando isso não funcionou, eu consultei o backup da máquina, apenas para descobrir que ele, também, havia dado erro. Quando eu percebi que nunca iria recuperar o trabalho que fiz nesses três capítulos, eu queria chorar, mas mais ainda, queria sentir e extravasar a raiva.

Mas eu não podia porque era hora de pegar as crianças na escola e levá-las para o treino de natação em equipe. Com grande contenção, eu calmamente fechei meu laptop e me lembrei que poderia haver problemas muito piores do que reescrever esses capítulos. Então eu disse a mim mesma que não havia absolutamente nada que eu pudesse fazer sobre esse problema naquele momento.

Quando minhas filhas entraram no carro, elas imediatamente perceberam que algo estava errado. “O que há de errado, mamãe?”. Elas perguntaram em uníssono depois de vislumbrarem meu rosto pálido.

Eu queria gritar: “Eu perdi três valiosos dias de trabalho no meu livro!”

Eu tinha vontade de bater no volante com os punhos, porque sentada no carro era o último lugar que eu queria estar naquele momento. Eu queria ir para casa e corrigir os meus livros – e não transportar crianças para a natação, torcer roupas de banho molhadas, pentear cabelos emaranhados, fazer o jantar, lavar a louça e pôr crianças na cama.

Mas ao invés disso, eu calmamente disse: “Eu estou tendo um pouco de dificuldade para falar agora. Eu perdi parte do meu livro. E eu não quero falar, porque eu me sinto muito frustrada.”

“Sentimos muito”, disse a mais velha por ambas. E então, como se soubessem que eu precisava de espaço, elas ficaram quietas todo o caminho até a piscina. As crianças e eu cumprimos o nosso dia e, embora eu estivesse mais calma do que o habitual, não precisei gritar e tentei o meu melhor para abster-me de pensar sobre o assunto do livro.

Finalmente, o dia estava quase terminando. Eu tinha colocado minha filha mais nova na cama e estava deitada ao lado de minha filha mais velha para nosso momento noturno de bater papo.

“Você acha que vai conseguir seus capítulos de volta?”. A minha filha perguntou em voz baixa.

E foi aí que eu comecei a chorar – não tanto pelos três capítulos, eu sabia que eles poderiam ser reescritos – o meu choro era mais um extravasamento, devido ao cansaço e frustração envolvidos em escrever e editar um livro. Eu estava tão perto do fim. E de repente ter arrancado de mim meu trabalho, foi algo extremamente decepcionante.

Para minha surpresa, minha filha estendeu a mão e acariciou meu cabelo suavemente. Ela disse palavras reconfortantes como: “Os computadores podem ser muito frustrantes”, e “Eu poderia dar uma olhada na máquina para ver se consigo consertar o backup.” E então, finalmente, “Mãe, você pode refazer o que perdeu. Você é a melhor escritora que eu conheço”, e “Eu vou ajudar no que puder.”

No meu momento difícil, problemático, lá estava ela, uma paciente e compassiva incentivadora que não pensaria em me chutar quando eu já estava para baixo.

Minha filha não teria aprendido essa resposta empática se eu tivesse permanecido no hábito de gritar. Porque quando se grita, desliga-se o canal de comunicação, que por sua vez rompe o vínculo e afasta as pessoas – em vez de aproximar.

“A coisa mais importante… É que a minha mãe está sempre pronta a me apoiar, mesmo quando eu estou em apuros”.

Minha filha escreveu isso sobre mim, a mulher que passou por um período difícil, do qual não se orgulha, mas que a ajudou a aprender. E nas palavras da minha filha, eu vejo esperança para os outros.

A coisa mais importante… É que não é tarde demais para parar de gritar.

A coisa mais importante… É o perdão das crianças, especialmente se elas veem a pessoa que amam tentando mudar.

A coisa mais importante… É que a vida é muito curta para se chatear com cereal derramado e sapatos fora do lugar.

A coisa mais importante… É que não importa o que aconteceu ontem, hoje é um novo dia.

Hoje podemos escolher uma resposta pacífica.

E ao fazê-lo, podemos ensinar aos nossos filhos que a paz constrói pontes – pontes pelas quais podemos atravessar com segurança por sobre tempos difíceis.

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ONIPRESENTE Grupo de Mães da Escolinha #maesualoka

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Sabe o que equivale a uma medalha de ouro de maratonista olímpico virtual? Acompanhar o whats de  um grupo de mães com filhos no jardim de infância.
Onisciente sem noção, esse singular tipo de grupo incansável, parece deter a disposição de mil atletas. E comprovam as sobrenaturais habilidades femininas de fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo. Do contrário, como arranjaríamos tempo para entrar num debate combativo sobre questões tão prosaicas como o uso ( ou falta dele) de ar condicionado na sala de aula?  A escolinha é a primeira experiência num território fora do controle e domínio materno.
Monitorar a escolinha dos pequenos, trocar amenidades, piadas e compartilhar dúvidas e dilemas, num processo diário, que, sem tréguas, segue até nos fins-de-semana. Uma névoa fina de solidão me parece permear esse grupo feminino…  talvez  porque uma mãe só se reconheça compreendida por outra.
Mas, não subestime as leoas: rugem e mordem com a mesma fúria, quando pressentem ameaça aos filhotes.
Nem Freud ou evolucionistas com base no gene  biológico de sobrevivência, podem explicar o zelo extremado e proteção desmedida do imprevisível instinto maternal. E quem precisa de entendimento diante de um mundo desfigurado pela crueldade humana? As mães tem motivos suficientes para viverem em eminente stress antevendo os perigos a sua volta. Tudo isdo sem nunca abrir mão do amor e humor, o que torna a bolha da maternidade uma tirana divertida.

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MAR SUA LOUCA

Ps: fico pensando que se levásemos toda esse exigente ímpeto inconformista escolar para onde ele é realmente necessário, no ensino fundamental e medio em diante, nossa educação atingiria patamares bem mais elevados.

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Que Tipo de Homem é Este?

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Que tipo de homem é este que não demonstra um mínimo de compaixão por ver tantos amigos presos?Que homem é esse que sem a menor humildade, se auto proclama o maior presidente de um país no século XXI ? Que homem é esse que, sem nenhum pudor e hesitação anuncia em alto e bom som, que é o ser humano mais honesto do mundo, enquanto acoberta e apoia condenados pela Suprema Corte Brasileira?

Que tipo de homem é este que vendo sua presidente definhar em pânico, a estimula a mentir ao povo? Que coragem tem esse homem de ver seus filhos assustados ante a eminência das investigações criminais e possibilidade de prisão por pratica de enriquecimento suspeito, e não se vê nos seus olhos nenhum tipo de temor ou preocupação?

Que espécie de ser humano é esse homem que não se nota nenhum sinal de tristeza ao ver desmoronando seu sonho de império socialista, com a decadência da Venezuela, Angola  e mudança de rumo da Argentina, Cuba, Bolívia e Uruguai, desmoronando o Foro de São Paulo?

Que homem é este que abraça Renan, Collor, Sarney, Dirceu, Vacari, Duque, notórios marginais, e vira a cara e defenestra  o amigo íntimo Delcidio somente porque este deixou ser gravado secretamente passando instruções suas para cometimento de crime?

Que espécie de ser humano é este que se diz uma espécie de santo que recebeu e fez vários milagres, e não dirige sequer uma nota de tristeza e de lamento aos seus numerosos amigos que estão presos, alguns julgados e condenados  e outros à espera de julgamento a exemplo de Marcelo, João e Bunlai?

Que homem é este que não demonstra ou emite nenhum sinal de pesar ou revolta contra milhões de brasileiros que diariamente se manifestam nas redes sociais xingando-o e acusando-o de todo tipo de crime e de torpezas de toda natureza?

Que tipo de ser humano é este que prega o fanatismo e atrai fanáticos, é amado e odiado por milhões de pessoas, e se lança candidato a presidir toda uma nação?

Este homem não pode ser normal.
Este homem não possui sentimentos de solidariedade e amor no coração.
Este homem é movido por sentimentos primitivos de poder pelo poder.   Não é uma pessoa, é uma besta humana.

Paulo Lobo

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DA PRECISA SÉRIE COLUNAS que Não Podemos Deixar de Ler

O Futuro É Mulher por Nizan Guanaes

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A mulher que escreve hoje na minha coluna sou eu mesma. Eu sou mulher e me orgulho muito de minha feminilidade. E, por favor, leiam humor, e não machismo, na frase que segue: o homem da minha casa é a minha mulher, Donata.
Eu fico aqui escrevendo artigos bancando o corajoso, com clareza, firmeza e discernimento, mas, quando desespero e fraquejo, é ela, com sua força feminina, que diz: releia os seus artigos. Ela é a minha coragem.
Sexo frágil é o homem. E o homem demonstra sua fragilidade quando berra, insulta, parte para a violência. Quando não tem a força dos argumentos, apela para o argumento da força. Muito dos problemas mais graves do mundo vem desse excesso de testosterona, essa energia masculina que tudo quer resolver com a força.
Isso me convence de que o futuro é feminino. O mundo tradicional é masculino. O futuro e as empresas líquidas do futuro são femininos. Sou um dos fundadores do Women in the World porque acredito que o desenvolvimento da mulher é o caminho mais rápido para o desenvolvimento do mundo. E a situação da mulher no mundo ainda é de absoluto desrespeito.
A força bruta é masculina. A negociação e a sedução são femininas. A razão é masculina. O sexto sentido, a premonição e a inovação são femininas.
Meu amigo Gilberto Gil, que além de um grande homem é também uma grande mulher, canta isso lindamente quando diz na canção “Super-Homem”: “Um dia, vivi a ilusão de que ser homem bastaria, que o mundo masculino tudo me daria do que eu quisesse ter”. E arremata: “Quem sabe o super-homem venha nos restituir a glória, mudando como um Deus o curso da história, por causa da mulher”.
Minha mulher mudou o curso da minha história. Pegou uma pessoa arrogante, autocentrada e bruta e me alfabetizou na gentileza e na felicidade. Ela me ensinou a saborear cada dia.
Vê-la em sua vida profissional me ensinou a liderar, em vez de mandar. Donata me ensinou a fundamental arte de ouvir. As pessoas dizem que ela mudou meu guarda-roupa. Mudou muito mais. Mudou minha vida e minha carreira.
Com ela, também aprendi que não preciso ser escravo de certezas. Que posso ter dúvidas, que não preciso ter medo de ter medo, de errar, de ser frágil, inseguro. É bom poder caminhar pela vida sem ter tantos “é preciso” nas costas e nas veias.
A frase de que por trás de um grande homem há sempre uma grande mulher é verdadeira. Só que é do lado. Ou à frente.
Sam Walton, nos primórdios do Walmart, levava os gerentes para jantar em sua casa para serem entrevistados pela mulher. O doutor Olavo Setubal, na hora de escolher a marca do Itaú, hoje a mais valiosa do Brasil, mostrou os estudos da logomarca para dona Tide Setubal, sua mulher, decidir. Roosevelt teve Eleanor. Churchill teve Clementine. FHC teve dona Ruth. O grande homem, em geral, é um casal.
Neste momento difícil no Brasil, em que um ano dramático desponta no horizonte, conto com a força da Donata para ser fraco; com seu colo, para desabar; com sua alegria e sua inteligência, para prosseguir; com seu sexto sentido, para encontrar sentido quando tudo parecer sem sentido.
Nas vitórias de 2015, Donata foi meu Tite, o técnico. Porque, sendo mulher, e ainda por cima corintiana, ela tem muita fé e acredita que tudo pode virar no último minuto. Nessa desafiadora caminhada entre a aventura, o risco e o medo chamada vida, é muito bom contar com sua força e sua fé de menina para seguir em frente.

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PARA PAIS E FILHOS 4 FERIDAS DE INFÂNCIA QUE CONTINUAM A NOS MACHUCAR NA FASE ADULTA

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Ao contrário de muitas correntes da psicologia, não superestimo a infância com o super-poder de determinar grande parte do que seremos quando adultos. Enfim, o importante não é o que aconteceu, mas o que você fez com o que aconteceu. A capacidade de lidar com a fúria e o encanto de uma vida nem sempre justa, “mas sempre desejada por mais que esteja errada”, é algo extremamente pessoal. Ser pai e, especialmente mãe, é sinônimo de culpa hoje. Mas, torna-se adulto é enfrentar e resolver questões sem buscar vilões-álibis-existenciais: assumir a responsabilidade pelas próprias escolhas e atitudes.

Concordo que nosso emocional e a maneira com que nos relacionamos com outras pessoas estão bastante ligados à forma como vivemos quando éramos crianças. Da mesma forma, nossos filhos assimilam enquanto são pequenos muito do que vai determinar como eles vão reagir a muitas situações depois que crescerem, principalmente as adversidades e frustrações. Lise Bourbeau, autora canadense especialista em comportamento humano, listou 4 feridas emocionais que acontecem na infância e são mais determinantes nas dificuldades de relacionamentos que os adultos podem apresentar ao longo da vida.

Não é uma sentença determinista, mas um válido convite pontual à reflexão nessa semana das crianças:

1. O medo de ser rejeitado

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Uma das feridas mais profundas deixadas pela infância é a sensação da criança de não ter sido amada ou acolhida pelos pais ou mesmo pelos amigos na escola.

Como as crianças começam a formar sua identidade a partir da maneira como são tratadas, elas podem se convencer de que não merecem afeto e passam a não se valorizar.

E como já diz o provérbio: para sermos amados, primeiro precisamos nos amar.

2. A humilhação

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Ninguém gosta de ser criticado. Mas a forma como as críticas são feitas muda tudo. As crianças querem que os pais as amem e que se sintam orgulhosos dela, por isso nada mais destrutivo do que chamar seu filho de burro, fraco ou qualquer outro termo depreciativo.

Quando nossos filhos cometem um erro, sentar, conversar e tentar corrigir é necessário, muitas vezes com firmeza. Mas dizer coisas para humilhar a criança vai transformá-la em um adulto dependente ou um adulto que precisa humilhar as outras pessoas para se sentir bem.

3. Falta de confiança

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Nós costumamos fazer promessas para nossos filhos algumas vezes sem nos dar conta do quanto isso é sério para as crianças. Promessas não cumpridas geram um sentimento de desconfiança permanente que vai ser levado para outros relacionamentos, até mesmo os amorosos.

Além disso, crianças que não conseguem confiar nos pais podem se transformar em adultos controladores. Como nem tudo na vida pode ser controlado, a pessoa pode se sentir nervosa e irritada em situações do dia a dia que poderiam ser facilmente resolvidas.

4. Injustiça

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Quando alguém comete uma injustiça com a gente, os sentimentos de impotência, raiva e indignação são quase inevitáveis. As crianças sentem isso principalmente quando os pais são autoritários e frios e exigem mais do que a criança consegue dar naquele momento.

Isso pode criar um sentimento de impotência e inutilidade que vai permanecer por toda a vida. Além disso, a crianças pode se tornar um adulto perfeccionista ao extremo e autoritário.

Traduzido e adaptado do site: La Mente és Maravillosa

Comportamento VOCÊ TEM SEDE DE QUE?

GRÁVIDA E PODEROSA VOLÚPIA TEU NOME É KIM KARDASHIAN

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Já vamos logo avisando que não, não fazemos parte dos 46 milhões de seguidores instagrâmicos da rainha do selfie Kim Kardashian. E se você não faz nem idéia de quem ela seja, antes de ser um atestado de alienação virtual, é mais uma questão de valorização do seu próprio tempo. Afinal, ele não deve ser desperdiçado com a irrelevância atual da “look at me generation”, da qual Kim é ícone máximo.

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Mas, que curiosidade está imune a fenômenos? A nossa é que não. Nem que seja pelo impossível desafio de tentar justificá-los…

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Celebridade apenas por ser famosa, filha de um reality show familiar na tv, Kim ganhou ainda mais holofotes e o mundo fashion, quando se tornou Kim Kardashian West, após o casamento com um dos maiores egos do showbusiness, Kanie West. Foi nessa fase, grávida da primeira filha do casal, que Kim capturou nossa atenção. Com a opulenta derriere mais famosa do globo e suas curvas ostensivas ganhando ainda mais projeção e recheio, ela exibiu orgulhosa e sexy sua barriga grávida  até os 9 meses, sempre no estilo abusado que já lhe é particular.

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Feliz na própria pele, mais voluptuosa e polêmica do que nunca. A maternidade não implica abrir mão do seu jeito de ser, muito pelo contrário, potencializa a forma.

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Do alto dos seus quase 1,60, ela  sozinha destruiu padrões de magreza e altura,  impondo uma nova estética, e, mandando beijinho no ombro de costas, com aqueles glúteos surreais, que seguem desafiando a lei da gravidade. O gosto continua duvidoso, mas quem se importa? KK é um desses fenômenos da midia contemporânea onde não cabe explicação. Apenas espontânea inspiração.

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